quarta-feira, 15 de junho de 2011

Se eu fosse um aspirador

Se eu fosse um aspirador, aspiraria a tua dor. Nem pó, nem réstia de cotão pairariam no teu coração.
Da mágoa não restava nada... Ele brilhava, brilhava!
Sugava o sofrimento, zero de tormento! E num brinco tu ficavas, mais uma vez brilhavas.
Ia ao mais pequeno recanto, para ter a certeza que nem por um dia sofrias.
Para que esse papão, esse tal de cotão, não ocupasse nem um milímetro desse grande coração!

Para o Pedrinho - 27 Julho 2009

4 comentários:

Filomena disse...

Gostei! :)

Ricardo A. disse...

Simplesmente lindo.

Susana disse...

Muito Obrigado! Fico verdadeiramente emocionada com as vossas palavras. São apenas uns versinhos.
Prometo que vou actualizar mais vezes o blogue.

Guinevere disse...

Que belo regresso minha querida amiga. Espero mesmo que cumpras a promessa que aqui fazes. Bjs enormes.