
Não moas pensamentos lascivos que te picam a mente, como se de uma lâmina afiada se tratasse;
Não deixes que o peso da idade te vergue a coluna vertebral;
Não admitas que o teu semblante possa descair;
Não deixes a pele do teu rosto secar, quando te expões a raios que queimam;
Não consintas que a tristeza te embacie o olhar;
Não deixes que o sorriso se esmoreça a cada contrariedade;
Não permitas que um desgosto te dilacere, te rasgue o peito num golpe profundo;
Não toleres que o saco que carregas ao ombro seja pesado demais;
Não deixes que os teus braços tremam só porque achas que algo é grande demais para abraçares;
Não queiras que as tuas pernas falhem a cada sobressalto;
Não deixes que o peso da idade te vergue a coluna vertebral;
Não admitas que o teu semblante possa descair;
Não deixes a pele do teu rosto secar, quando te expões a raios que queimam;
Não consintas que a tristeza te embacie o olhar;
Não deixes que o sorriso se esmoreça a cada contrariedade;
Não permitas que um desgosto te dilacere, te rasgue o peito num golpe profundo;
Não toleres que o saco que carregas ao ombro seja pesado demais;
Não deixes que os teus braços tremam só porque achas que algo é grande demais para abraçares;
Não queiras que as tuas pernas falhem a cada sobressalto;
1 comentário:
E se isso tudo te acontecer... não percas nunca o sorriso e a capacidade de acreditar.
Bjs... gostei do regresso ;)
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